quarta-feira, 6 de junho de 2007

DIA DE MUUUITO TRABALHO!

Pessoal,




coloquei algumas imagens das Reuniões dos Grupos de Trabalho da última segunda-feira.

Vocês trabalharam muito bem; souberam discutir, respeitando a diversidade de opiniões, argumentar em profundidade e, além disso, demonstraram amadurecimento para deliberar.










Não foi à toa que receberam tantos elogios daqueles que observavam seus trabalhos. Parabéns!











Abraços,

Eugênia





Uma escola inclusiva

Vejam como ficaram as propostas do subtema UMA ESCOLA INCLUSIVA:

1 – Criação de uma comissão de avaliação para, através de provas orais e práticas, monitorar o rendimento do corpo docente.
2 – Ampliação da oferta de cursos periódicos e gratuitos de capacitação para professores da rede pública, e implementação de medidas para motivá-los à participar.
3 – Criação de cursos que capacitem professores para atendimento a alunos deficientes.
4 – Implementação, nas escolas públicas e privadas, de condições adequadas para alunos com deficiência, tais como mobiliário acessível e tecnologia apropriada, e fiscalização do uso dos equipamentos.
5 – Manifestação de apoio da Assembléia Legislativa ao Projeto de Lei nº 1.029, em tramitação na Câmara Municipal de Belo Horizonte, e apelo às Câmaras dos municípios mineiros que possuam transporte coletivo para que legislem sobre o meio-passe.
6 – Ampliação da oferta, nas escolas públicas, de cursos de alfabetização de jovens e adultos.
7 – Implementação, nas escolas públicas e privadas, de oficinas de educação ambiental para o Ensino Fundamental e Médio.
8 – Implementação de cursos profissionalizantes nas escolas públicas e privadas de Ensino Médio.
9 – Ampliação do fornecimento de merenda escolar nas escolas públicas para os alunos do Ensino Médio e fiscalização da merenda, de forma a garantir sua qualidade nutritiva.
10 – Criação, na mídia aberta em geral, de programas para formação do jovem, em horário adequado ao público alvo.
11 – Doação e fiscalização de veículos para transporte escolar nas áreas rurais do Estado, de forma a evitar a evasão escolar.

Uma escola de qualidade

As propostas do subtema "UMA ESCOLA DE QUALIDADE" são estas:

1 – Criação de cursos permanentes de aperfeiçoamento para os professores, com participação obrigatória de dois em dois anos, para aprimorar sua metodologia de ensino, orientá-los e aproximá-los dos alunos, para que estes se tornem capazes de integrar conhecimento científico à realidade em que vivem.
2 – Criação, pelas escolas, de projetos pedagógicos bem-definidos, e avaliação desses projetos pelas Superintendências Regionais e pela Secretaria de Educação, levando em conta as diversidades regionais.
3 – Implantação obrigatória, nas redes de ensino pública e privada, de projetos de atividades extracurriculares, incluindo idiomas, música, canto, artes, teatro, esportes e educação ambiental, visando promover a formação integral do aluno e estimular sua permanência na escola.
4 – Otimização da burocracia dos serviços públicos, para agilizar a implementação de projetos escolares.
5 – Oferta de aulas de reforço, em todo o sistema de ensino, para melhorar o desempenho dos alunos com baixo rendimento escolar, sem custo adicional para os mesmos.
6 – Garantia de infra-estrutura nas escolas para a realização de aulas práticas, incluindo manutenção dos aparelhos, melhoria do acesso aos laboratórios e disponibilização permanente de profissionais para ministrarem disciplinas específicas relativas aos equipamentos existentes e aos que serão adquiridos.
7 – Contratação de profissionais da área de psicologia para atuarem como membros efetivos das escolas.
8 – Melhoria da segurança no ambiente escolar, por meio da contratação de profissionais qualificados nessa área que desenvolvam projetos educacionais destinados aos alunos e à comunidade.
9 – Ampliação e revitalização de cursos técnicos na rede pública estadual de ensino, visando reduzir a concorrência nas escolas técnicas federais e criar mais oportunidades para o jovem adquirir diplomas profissionalizantes e inserir-se no mercado de trabalho.
10 – Avaliação do projeto pedagógico das escolas por meio de testes de desempenho aplicados aos alunos, com monitoramento das Superintendências Regionais e levando em conta as peculiaridades de cada região.
11 – Regulamentação da reserva de 5% do espaço físico das escolas estaduais para o funcionamento do Grêmio Estudantil.

Uma escola que faça sentido

Oi, pessoal! Estou colocando sem link as propostas discutidas na última segunda-feira. Aqui vai o primeiro subtema.
Abraço,
Eugênia

UMA ESCOLA QUE FAÇA SENTIDO
1 – Utilização das escolas da rede de ensino pública e privada, em horário integral ou em finais de semana, para implantação de projetos que consistam na oferta de cursos gratuitos de capacitação nas áreas de informática, eletrônica, mecânica, corte e costura, formação política e artes (dança, música, pintura, teatro), dentre outros, visando à especialização do aluno em sua área de maior aptidão, buscando-se para isso a:
a) Criação de convênios com empresas privadas no intuito de fornecerem o material necessário a esses cursos, bem como profissionais aptos a ministrá-los;
b) Criação de grupos de trabalho, com a integração da comunidade, em prol da elaboração de atividades ligadas aos projetos, observando as demandas e a realidade da comunidade;
c) Publicização dos projetos, através dos recursos de comunicação disponíveis, visando à maior participação dos jovens e à adesão de setores da sociedade, como parceiros, financiadores e co-executores.
2 – Inclusão, no currículo escolar do Ensino Fundamental, desde a 5.ª série, das disciplinas Filosofia e Sociologia, dando-se destaque ao conteúdo da "cidadania moderna" e criando-se programas que preparem os professores do Ensino Fundamental para despertar esses valores em seus alunos.
3 – Reformulação do projeto Comunidade Viva/Escola Ativa, incluindo em suas ações o ensino de cidadania para pais e alunos e o incentivo à participação familiar, através da oferta de oficinas de artesanato e profissionalização, e ampliação do projeto a fim de levá-lo a todas as escolas da rede pública.
4 – Criação de um projeto que viabilize a atualização escolar de pessoas marginalizadas, por meio de cursos ministrados por alunos universitários, e ampliação de cursos comunitários, em parceria com o voluntariado universitário, destinados à preparação dos jovens de comunidades carentes para ingressarem nas universidades.
5 – Criação, na grade curricular, de oficinas pedagógicas para desenvolvimento de projetos interdisciplinares, com consenso dos professores, para atender às necessidades de aprendizagem do aluno.
6 – Criação e legitimação dos espaços escolares para estimular a organização de movimentos estudantis (grêmio estudantil, participação no colegiado).
7 – Avaliação efetiva e continuada do corpo docente, por meio de monitoramento do rendimento por uma comissão criada para esse fim e por meio da avaliação do conhecimento dos alunos.
8 – Criação de uma política salarial para os professores mais coerente com a importância desses profissionais e efetivação de condições materiais para o desenvolvimento de seu fazer pedagógico.
9 – Implementação de projetos que capacitem o professor para promover o raciocínio crítico de seus alunos, considerando que vivemos em uma sociedade globalizada.
10 – Destinação de verbas para as bibliotecas escolares adquirirem livros e computadores, e para criarem espaços destinados a salas de estudo e oficinas de redação, incentivando a leitura e valorizando a sua prática orientada por professores, com vistas à formação de leitores; abertura dessas bibliotecas a toda a comunidade.